Consulte CNPJ e Inscrição Estadual e gere o PDF da nota fiscal
Escolha uma ferramenta abaixo e comece na hora. Sem instalar nada e sem criar conta — o uso gratuito cobre 25 consultas, 15 PDFs e 10 planilhas por dia.
Consultar CNPJ / Inscrição Estadual
Selecione a UF (opcional) e digite o CNPJ.
- • Razão social, situação cadastral e CNAE
- • Endereço completo e quadro societário
- • Inscrição Estadual direto do SEFAZ do estado
Consultar a Inscrição Estadual por estado: SP · MG · RJ · RS · PR · SC · BA · GO
Gerar o PDF da nota
Arraste o XML — NF-e, NFC-e ou NFS-e nacional.
Arraste o XML da NFe aqui
ou clique para escolher os arquivos · aceita vários de uma vez
O arquivo é lido no seu navegador e nunca é enviado a nenhum servidor.
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O que dá para resolver aqui — e o que não dá
O que a consulta de CNPJ mostra, e o que ela não mostra
Volta o cadastro público da empresa: razão social, nome fantasia, situação cadastral, data de abertura, natureza jurídica, CNAE principal e secundários, endereço e quadro societário. É o suficiente para conferir um fornecedor novo antes do primeiro pedido, que é o uso mais comum.
O que não volta, e nem poderia: faturamento, débitos, declarações entregues, certidões. Esses dados não são públicos. E a consulta não tem valor de certidão — para documento com validade legal, o comprovante oficial sai gratuitamente no site da Receita Federal, com código de autenticação próprio.
Por que a Inscrição Estadual às vezes não aparece
Porque ela não faz parte do cadastro federal. A IE pertence ao cadastro de contribuintes de ICMS de cada estado, que tem nome próprio em cada um — CAD/ICMS no Paraná, CACEPE em Pernambuco, CGC/TE no Rio Grande do Sul — e regras próprias de numeração. Buscamos direto no webservice do SEFAZ, com certificado digital, e hoje 24 dos 27 estados respondem assim; nos outros três indicamos o Sintegra oficial.
Quando mesmo assim não vem número, normalmente é porque a empresa não é contribuinte de ICMS naquele estado: quem só presta serviço tem Inscrição Municipal, não estadual. Vale conferir a situação da IE separadamente da situação na Receita — os dois cadastros são independentes, e uma empresa pode estar ativa num e baixada no outro.
Qual PDF sai de cada XML
O conversor reconhece o tipo da nota sozinho e escolhe o layout: a NF-e modelo 55 vira o DANFE em folha A4, a NFC-e modelo 65 vira o cupom no formato de bobina, e a NFS-e do padrão nacional vira o DANFSe. Se o arquivo não for aceito, quase sempre é um XML de evento — cancelamento, carta de correção, manifestação — ou o retorno do lote de envio, que têm outra estrutura.
O caminho inverso não existe. Nenhum PDF carrega a assinatura digital nem os campos separados da nota, então não há como reconstruir o XML a partir dele — o arquivo precisa vir do emissor ou da Sefaz. Vale a mesma lógica ao arquivar: o documento fiscal é o XML, e é ele que precisa ser guardado pelo prazo legal.
O que fica no seu computador e o que passa por aqui
O XML da nota é lido pelo próprio navegador: a geração do PDF e a montagem da planilha acontecem na sua máquina, e o arquivo nunca é enviado para servidor nenhum — nem o nosso. Isso é decisão de arquitetura, não só de privacidade: nota fiscal carrega dado comercial sensível, e a forma mais segura de tratar esse dado é não recebê-lo.
Já as consultas passam pelo nosso servidor, porque precisam. Os dados cadastrais de CNPJ e de CEP vêm agregados pela BrasilAPI a partir das bases públicas da Receita Federal e dos Correios; a Inscrição Estadual vem do webservice do SEFAZ do estado, por canal autenticado com certificado digital. Não mantemos base própria e não alteramos o que é recebido.